[.the universal speaks.]

Eba, comprei uma camisa do Blur!
Sim, durante muito tempo, isso foi um sonho. O Blur foi uma banda que demorou pra eu pegar um certo fanatismo, apesar de, como todo mundo, não apertar start na apresentação do FIFA 98.
O Blur me representa felicidade. É aquilo que escuto quando quero andar sorrindo pelas ruas com a mochilinha nas costas com o vento repartindo a franjinha brit ao meio.
Esses dias aluguei o Starshaped. Foi algo que, digamos, me fez feliz numa hora desgraçada. Ali reconfirmava que não há mais nada que possa fazer na vida além de cruzar a Inglaterra, a Argentina, o Brasil, ou a região de Campinas que seja, num ônibus, tocando de canto em canto. Tudo ali, principalmente a franjinha, eram exatamente o que eu queria ser.
Eu, quando fico feliz, viro o que o Damon Albarn vira ali. Um tresloucado que se joga nos cubos, que pula feito um louco e faz bizarrices. Ele não é um cara que eu daria um abraço e ia chorar quando vesse, como o Billy Corgan. Até porque o que ele fez na merda do Gorillaz me deixou muito magoado. Mas ele ainda sim é um modelo pra mim. Sua fase favorita é quando ele foi pego pela dor de cotovelo no disco 13. Eu vi uma vez uma foto dele com a filha no colo, e depois da biscate da Justine. O que me fez ver que é possível refazer a vida depois de partir o coração ao meio.
Pois é, queria ser Damon Albarn, mas por enquanto, sou só Jubilee, o menino anormal que ele descreve no Parklife. Pra quem não entendeu, o link abaixo tem a letra:
http://www.sing365.com/music/lyric.nsf/Jubilee-lyrics-Blur/670AE86E1C7CC418482568A100160727.
Vou tentar manter uma regularidade nas postagens desse blog. A periodicidade, não sei ok?
Um abraço a todos.
